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Reconstrução pós-enchentes impulsiona previsão de crescimento do Brasil, diz FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para cima a previsão de crescimento do Brasil em 2025, destacando os esforços de reconstrução após as enchentes no Rio Grande do Sul. Segundo as novas estimativas divulgadas, o Produto Interno Bruto (PIB) do país deve crescer 2,4% no próximo ano, um aumento de 0,3 ponto percentual em relação à previsão de abril.

O FMI justificou a revisão mencionando a reconstrução pós-enchentes e fatores estruturais positivos, como a aceleração da produção de hidrocarbonetos. Para 2023, a estimativa de crescimento foi reduzida para 2,1%, uma queda de 0,1 ponto percentual, devido às enchentes no Rio Grande do Sul, uma política monetária restritiva, um déficit fiscal mais baixo e a normalização da produção agrícola.

Após uma visita ao Brasil, a equipe do FMI projetou um fortalecimento do crescimento para 2,5% no médio prazo, uma revisão para cima de 0,5 ponto percentual, impulsionada pela reforma tributária e pelo aumento da produção de hidrocarbonetos. No início deste ano, o PIB do Brasil cresceu 0,8% no primeiro trimestre, mas o segundo trimestre foi impactado pelas fortes chuvas no Rio Grande do Sul.

Apesar das inundações terem afetado a agricultura, a indústria e a logística no estado, os resultados de diferentes setores da economia foram melhores do que o esperado, minimizando os impactos negativos na atividade econômica do país. O IBGE divulgará os números do PIB do segundo trimestre em 3 de setembro.

A revisão para baixo do crescimento do Brasil também influenciou a previsão para a América Latina e o Caribe, que agora é de 1,9% para este ano, uma queda em relação aos 2% previstos em abril. A estimativa de crescimento para 2025 na região foi ajustada para 2,7%, um aumento em relação aos 2,5% anteriores. Para as Economias de Mercados Emergentes e em Desenvolvimento, a previsão foi ligeiramente ajustada para cima, com um crescimento de 4,3% tanto este ano quanto no próximo.

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