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Varejo brasileiro registra leve queda em agosto mas mantém crescimento no ano

O comércio varejista no Brasil registrou uma pequena retração de 0,3% em agosto de 2024, comparado ao mês anterior, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) através da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC).

Apesar desse recuo, o setor mantém um desempenho positivo no acumulado do ano, com um crescimento de 5,1% nos primeiros oito meses. Em relação ao mesmo período do ano anterior, também houve um aumento de 5,1%. Considerando os últimos 12 meses, o setor acumula uma expansão de 4,0%.

Cristiano Santos, gerente da PMC, ressalta que a variação negativa de agosto indica uma estabilização do setor, especialmente após o crescimento observado em julho. Ele destaca que o panorama geral de 2024 ainda é favorável, com apenas junho apresentando uma queda mais significativa de 0,9%.

Desempenho por segmentos

A pesquisa revelou que sete das oito atividades analisadas experimentaram redução. O segmento de outros artigos de uso pessoal e doméstico foi o mais afetado, com uma queda de 3,9%. Santos explica que as lojas de departamento, principais players desse setor, enfrentaram desafios significativos, incluindo problemas contábeis e aumento da concorrência.

Outros setores que registraram quedas incluem livros e papelaria (-2,6%), equipamentos de informática (-2,0%) e móveis e eletrodomésticos (-1,6%). O único segmento a apresentar crescimento foi o de artigos farmacêuticos e de perfumaria, com um aumento de 1,3%.

Panorama estadual

A nível estadual, 17 das 26 unidades federativas apresentaram resultados negativos. Minas Gerais liderou as quedas com -2,4%, seguido por Tocantins (-2,0%) e Rondônia (-1,8%). Em contrapartida, Roraima (+2,2%), Ceará (+2,1%) e Bahia (+1,3%) se destacaram positivamente.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, 16 estados registraram queda, com Mato Grosso do Sul apresentando a maior redução (-4,5%). Rio Grande do Sul (+1,9%), Rio Grande do Norte e Roraima (ambos com +1,3%) foram os destaques positivos nessa categoria.

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